GTD – Getting Things Done (ou A Arte de Fazer Acontecer)

A Arte de Fazer Acontecer

Esse artigo é uma introdução ao GTD, uma metodologia de gestão de tempo e organização que tem sido cultuada como a grande descoberta da idade da informação e, para muitos, a salvação de suas carreiras, uma vez que ajuda (e muito!)  a aumentar a produtividade e melhorar o nosso foco.

Pensada e documentada pelo consultor David Allen no livro A Arte de Fazer Acontecer,  busca resumir as idéias de Allen contidas no livro. É quase impossível resumir suas idéias em um espaço curto! Por isso, nesse primeiro artigo são abordados os seus tópicos principais. Posteriormente outros artigos aprofundarão os temas que Allen trata na obra.

Allen explica as suas idéias no livro Getting Things Done (traduzido no Brasil como A Arte de Fazer Acontecer), publicado em 2002.

É uma leitura deliciosa e o preço se paga só pelo prazer de sua leitura.

Ao longo de pouco mais de 200 páginas, Allen discorre sobre suas idéias levantadas ao longo de sua vasta experiência, das quais gosto de ressaltar:

  • usar sempre a “memória externa”, anotando tudo o que deve ser feito, tudo o que deve ser lembrado;
  • usar de um fluxo de trabalho próprio que o livro apresenta (será discutido mais a fundo em outro artigo);
  • criar  “caixas de entrada” para receber novas atividades e reserve algum ou algumas horas do dia para colocá-las em sua lista. Eu uso a própria caixa de entrada do Outlook – que deixo sempre vazia depois que coleto. Uso como auxiliares o meu celular, um Moleskine de bolso ou ainda um Pocketmod (serão explicados em breve);
  • se algo puder ser feito em menos de dois minutos, faça!
  • revise a sua lista periodicamente – o livro fala em revisões semanais, eu costumo fazer revisões diárias dado o número de atividades que costumo ter;
  • separe a sua lista em contextos, como “casa”, “trabalho”, “ligações” e procure neles concentrar as atividades que estão relacionadas com um lugar ou com um certo tipo de trabalho. Tenho listas para cada um dos lugares em que trabalho, assim quando chego a um deles eu já tenho planejado o que devo fazer.

Algo que David Allen sempre comenta e que os grupos de discussão sempre ecoam: GTD não depende de ferramenta!

Vejo muita gente postergando o uso do GTD porque está procurando “o melhor software” ou “o melhor site”.

GTD pode ser feito com um caderno universitário! O que importa mesmo é usar a disciplina e a organização que a metodologia prega!

Não caia nesse erro:  se já conheceu um pouco da metodologia – os primeiros três capítulos do livro já dão uma boa visão – comece a utilizar o quanto antes!


4 respostas para GTD – Getting Things Done (ou A Arte de Fazer Acontecer)

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